Agressão a motorista: sindicato e categoria juntos reagem

Uma ocorrência de transito simples, que poderia ser resolvida com um rápido diálogo, foi transformada em caso de polícia por um PM, e por muito pouco não resulta em homicídio. Veja como aconteceu: Uma senhora bateu o carro no fundo de um ônibus da Praia Grande e mesmo sendo responsável pelo acidente, chamou o marido, um PM. O policial, irado, já chegou quebrando para-brisa e arrancou uma janela do ônibus. Armado com um revolver e visivelmente descontrolado, o PM deu um soco no rosto do motorista e causou pânico do Largo do Tanque. Detido logo depois, foi levado para a GERRC, onde motoristas, cobradores e passageiros prestaram depoimento. O incidente causou indignação dos companheiros, que paralisaram os ônibus no trajeto em protesto ás agressões.
Esse não é um caso isolado. Agressões físicas e verbais ocorrem diariamente na rotina da categoria, com menor ou maior violência. É o vandalismo de quem teve uma carona negada ou sem motivo nenhum nos finais de linha. É a prepotência de alguns PMs que se julgam detentores de poder e acima da lei. É o passageiro estressado…
O caso mostra como nosso slogan “QUEM TRANSPORTA VIDA MERECE RESPEITO”, precisa entrar no consciente coletivo.

Fonte: Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários no Estado da Bahia

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